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Sinpro, Sedu, mães e professores se reúnem para discutir o fechamento do ano letivo da escola Santa Bárbara

Sinpro, Sedu, mães e professores se reúnem para discutir o fechamento do ano letivo da escola Santa Bárbara

Vitória – O representante do Sindicato dos Professores (Sinpro), Heron Miranda, uma comissão de mães de alunos e professores da escola Santa Bárbara estiveram na SEDU, na manhã de hoje (29/11), de 9h às 11h30, em reunião com o secretário estadual de Educação, Haroldo Correia Rocha; a superintendente regional de Educação de Carapina, Helena de Souza Labanca; a gerente de monitoramento de projetos, Ana Karina de Abreu Costa e a promotora de Educação do MPES, Maria Cristina Pimentel, buscando uma solução para regularizar a situação dos alunos, uma vez que a instituição escolar foi fechada e está sob intervenção da Secretaria Estadual de Educação.

No início da reunião, o secretário de Educação ouviu as reclamações da Comissão de mães, que afirmaram terem sido enganadas pelos donos da escola Santa Bárbara: “A decadência da escola é culpa da má administração do antigo e dos novos donos. Eles nos apresentaram gráficos e ofereceram uma escola de primeiro mundo, por um preço que poderíamos pagar, mas essa promessa não se concretizou. Pagamos as mensalidades. Não somos inadimplentes”, confirmaram.

O secretário de Educação esclareceu o papel da SEDU, pontuando seus limites de atuação. Ele informou que a secretaria só pode interferir nos problemas de caráter pedagógico e de ensino, e explicou: “A intervenção legal foi feita para facilitar o encaminhamento dos alunos. Nosso o objetivo é garantir menos perdas para eles. Por isso tomamos providências, visando garantir a conclusão do ano letivo dos estudantes”.

1) A confirmação da inspetora escolar, Àurea Raquel Mônico Salgado, para o cargo de diretora da escola Santa Bárbara, juntamente com uma comissão auxiliar, composta por Maria da Penha Marlo, Nilda Maciel, Tereza Soares de Almeida e Sara Freitas de Menezes Salles;

2) Visita programada da gerente de Monitoramento de Projetos e da superintendente regional de Educação à escola, no mais tardar amanhã (30/11), para verificar até que ponto a estrutura física da instituição está comprometida e o que é possível fazer para melhorá-la a curto prazo, a fim de que os alunos possam retomar as aulas. Caso isso a retomada das aulas não seja possível nas dependências da escola, a SEDU sugere que os 219 alunos (54 do ensino médio, 149 do ensino fundamental e 16 do ensino infantil) sejam redirecionados para escolas estaduais e municipais próximas de suas residências, já muitos pais não terão condições de transferi-los para outras escolas particulares.

3) Estudo caso a caso, feito pela nova diretora da escola, juntamente com os professores, para verificar quem concluiu o ano, quem ficou de recuperação. Respondendo a uma dúvida das mães, o secretário informou que aqueles alunos que não tiveram desempenho mínimo não terão garantia de passar de ano;

4) Somente a SEDU poderá emitir a documentação de conclusão do ano letivo de 2007 (histórico escolar) desses alunos, através da nova diretora. Os pais não devem aceitar, em hipótese alguma, documentação da parte dos donos da escola.

Haroldo Correia Rocha considera justa a greve dos professores, em virtude da atual situação da categoria, que está há sete meses sem receber salário, mas disse que mesmo assim precisará contar também com a ajuda deles e do Sindicato da classe. Ele aconselhou as mães a continuarem unidas até que a situação seja resolvida e as incentivou a procurar o Procon Estadual para saber o que pode ser feito em relação ao pagamento das mensalidades, que querem fazer direto para os professores, para reduzir o passivo trabalhista, porque os professores prejudicados pela direção da escola são as pessoas mais indicadas para acompanhar o final de ano letivo dos alunos. Haroldo pede, ainda, que todas as resoluções sejam repassadas para a diretora Raquel.

Pelo Sinpro, o diretor Heron Miranda ressaltou é preciso uma ação conjunta de todos os envolvidos para resolver a situação. A questão é de interesse público, não só dos pais e alunos da escola Santa Bárbara. Heron considera arriscado e inviável os alunos voltarem a freqüentar a escola, pois o teto está desabando e ratos caem do telhado. “Os professores não estão abandonando a escola, mas estão entrando com uma ação de demissão indireta, que equivale à demissão do empregador. Se os pais pagarem diretamente aos professores, eles possivelmente voltarão à escola. O Sindicato assume o compromisso de explicar tudo aos 33 professores”, garantiu.

“O que aconteceu nessa escola está acontecendo em outras. Espero que este fato inspire professores de outras escolas a reagirem. Porque hoje são 33, amanhã podem ser 300. Temos aqui a compreensão e a dimensão desse problema, temos dificuldades distintas e objetivos comuns: ensino de qualidade. Mas muitas vezes os professores se calam para manter o emprego”, disse o sindicalista.

A professora Elyvany de Lis Pereira Gomes, explicou porque iniciou o movimento de greve: “A situação estava mais do que crítica. Dois professores haviam se recusado a dar aula e os demais continuaram trabalhando, mesmo insatisfeitos. Bem ou mal, acreditamos nas promessas do diretor Ricardo Manso, mas ficamos mais insatisfeitos ainda quando alguns funcionários passaram a receber seus honorários e outros não. Os alunos também estavam insatisfeitos e nos apoiaram. Tudo isso nos motivou a entrar em greve”.

A preocupação do Ministério Público Estadual é para onde os alunos serão encaminhados, porque as vagas estão muito disputadas nas escolas estaduais e municipais, principalmente, porque o período de matrículas já começou.  “Essa relação aluno/escola tem que ser feita com urgência nessas escolas preferencialmente nas que se localizam próximas às residências dos alunos. Por exemplo, estamos fazendo um trabalho de conscientização em Jardim Camburi, porque o bairro está crescendo muito. A prioridade é, então, dos alunos da escola Santa Bárbara que morarem nas imediações.  Ou seja, se não tiver vaga para os alunos da escola Santa Bárbara, será preciso criar. O que acontece, é que temos 857 alunos do município de Serra, estudando nesse bairro. Esses alunos estão estudando muito distante de suas residências, e em conseqüência disso, eles chegam atrasados e atrapalham as aulas. Por quê o município de Serra não trabalha isso? Porque os pais não procuram o secretário de Educação de lá, solicitando vagas. Todos se preocupam com a qualidade do ensino. Na rede estadual o ensino é bom. A maioria dos professores de escolas particulares dá aula na rede estadual. Se o aluno tiver boa índole e não se meter em confusão, ele vai aprender. A família tem que estar na escola, sempre cobrando qualidade”, afirmou a promotora.

Sobre a questão administrativa de pagamento dos professores, a promotora Maria Cristina Pimentel informou que o MPES já encaminhou um Ofício para o Procon e que é preciso a intermediação do Sindicato da classe nessa ação. O Ministério do Trabalho também deve ser envolvido no processo, para encontrar uma forma legal de fazer o que os pais dos alunos desejam.

A superintendente de Educação, Helena de Souza Labanca, tranqüilizou as mães. “Agente vai entrar na escola com tranqüilidade. Temos experiência em intervenção, temos consciência e responsabilidade com seus filhos que estarão lá, e que serão tratados como nossos. O doutor Haroldo está nos dando respaldo legal”.


 

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